01/07/2014

E então, Julho!


Eu deveria pretendia fazer outro resumo bimestral por aqui, porém a grande verdade é que não tenho muito o que contar - e nem tirei uma foto legal para abrir o post. Mas Julho é o meu mês favorito do ano, antigamente por ser uma agradável combinação de inverno + férias + meu aniversário, e hoje só pelo primeiro item mesmo (algumas paixões da infância nunca nos deixam).

De qualquer forma, fico feliz em dizer que a minha vida está com boas transformações ultimamente, e estou prestes a começar uma fase nova. Quem me conhece sabe que eu gosto de bons "inícios", então esperemos pelo melhor ♥ 

Quis começar também uma nova fase por aqui, e para isso nada melhor do que um novo layout, certo? Desta vez, com as cores originais (alguém conheceu a primeira versão do blog?). 

Desejo, então, um maravilhoso mês para todos nós!
Obrigada aos que continuam por aqui, comentem aí embaixo e falem comigo lá no @ledisperser ;)

14/05/2014

Algo maior


(Ative as legendas em português!)

"Você não poderia olhar por ali e descobrir que todo o nosso universo é apenas parte de um átomo numa camada de relva? Não poderia ser levado a pensar que, ao queimar um graveto, você está incinerando uma eternidade de eternidades? Que a existência não avança para um infinito, mas para uma infinidade deles?
Trecho de O Pistoleiro (série A Torre Negra) - Stephen King

01/05/2014

Escolhas

"Você pode curtir ser quem você é, do jeito que você for, ou viver infeliz por não ser quem você gostaria. Você pode assumir sua individualidade, ou reprimir seus talentos e sonhos, tentando ser o que os outros gostariam que você fosse.

Você pode produzir-se e ir se divertir, brincar, cantar e dançar, ou dizer em tom amargo que já passou da idade ou que essas coisas são fúteis, não sérias e bem situadas como você.Você pode olhar com ternura e respeito para si próprio e para as outras pessoas, ou com aquele olhar de censura, que poda, pune, fere e mata, sem nenhuma consideração para com os desejos, limites e dificuldades de cada um, inclusive os seus.

Você pode amar e deixar-se amar de maneira incondicional, ou ficar se lamentando pela falta de gente à sua volta. Você pode ouvir o seu coração e viver apaixonadamente ou agir de acordo com o figurino da cabeça, tentando analisar e explicar a vida antes de vivê-la.

Você pode deixá-la como está para ver como é que fica ou com paciência e trabalho conseguir realizar as mudanças necessárias na sua vida e no mundo à sua volta. Você pode deixar que o medo de perder paralise seus planos ou partir para a ação com o pouco que tem e muita vontade de ganhar. Você pode amaldiçoar sua sorte, ou encarar a situação como uma grande oportunidade de crescimento que a vida lhe oferece.

Você pode mentir para si mesmo, achando desculpas e culpados para todas as suas insatisfações, ou encarar a verdade de que, no fim das contas, sempre você é quem decide o tipo de vida que quer levar. Você pode escolher o seu destino e, através de ações concretas, caminhar firme em direção a ele, com marchas e contramarchas, avanços e retrocessos, ou continuar acreditando que ele já estava escrito nas estrelas e nada mais lhe resta a fazer senão sofrer.

Você pode viver o presente que a vida lhe dá, ou ficar preso a um passado que já acabou – e portanto não há mais nada a fazer – ou a um futuro que ainda não veio – e que portanto não lhe permite fazer nada.

Você pode ficar numa boa, desfrutando o máximo de coisas que você é e possui, ou se acabar de tanta ansiedade e desgosto por não ser ou não possuir tudo o que você gostaria. Você pode engajar-se no mundo, melhorando a si próprio e, por conseqüência, melhorando tudo que está à sua volta, ou esperar que o mundo melhore para que então você possa melhorar.

Você pode continuar escravo da preguiça, ou comprometer-se com você mesmo e tomar atitudes necessárias para concretizar o seu plano de vida. Você pode aprender o que ainda não sabe, ou fingir que já sabe tudo e não precisa aprender nada mais.

Você pode ser feliz com a vida como ela é, ou passar todo o seu tempo se lamentando pelo que ela não é. A escolha é sua.”

Autor desconhecido

29/04/2014

Resumo: Março e Abril


E então chegou a hora do resumo do bimestre. Como alguns de vocês devem ter percebido, o blog saiu do ar neste tempo. Não sei se chegaram a ler a "carta" que ficou fixa na página, explicando as razões. A verdade é que eu já não sabia o que fazer com o Disperser: deixá-lo pessoal, contrariando minha recente síndrome de bicho-do-mato? Ou apenas postar indicações e resenhas? Quando decidia optar pela segunda alternativa, eu logo lembrava dos inúmeros ilustradores que conheço semanalmente pelo tumblr (sim, estou lá de novo) e da pilha de livros que mal consigo arrumar tempo pra ler, quem dirá escrever sobre. Enfim, digamos que eu ainda não descobri um jeito de administrar meu tempo de forma a atender à demanda de tarefas. E deixar o blog abandonado me dava uma sensação de negligência, portanto achei melhor deixá-lo em um hiatus indeterminado.

Mas, né...sabem como é. Para alguém que tem blog há uns bons anos e criou esse por não aguentar esperar a hora "mais tranquila" de ter um, é claro que eu não pararia quieta. Recebi um bom incentivo para retornar, e fiquei contente com o feedback no twitter quando eu disse que queria ressuscitar esse espacinho aqui. Voltei a tempo do resumo, fiz uma pequena reformulação nas categorias (Lado A para coisas que acho legal, Lado B para posts e textos pessoais - como aquelas fitas antigas, lembram?) e pretendo postar aqui, pouco a pouco, tudo o que eu planejo, porém sem o compromisso de "atualizações frequentes". Tenham paciência com a blogueira atrapalhada aqui! 

Mas enfim, além dessa história do blog, também comecei a participar de mais um projeto artístico da TFGS, o Fairy Magical Hands. A ideia é cada uma contribuir, periodicamente, com algum material de autoria própria, para montar um acervo da comunidade. Apesar do pouco tempo disponível, não quis deixá-lo passar, e estou participando com poemas. E, bem, este gênero não é dos que eu estou mais acostumada a escrever, então estou levando como um desafio pessoal. Vamos ver no que dá essa ideia.

Por último, mas não menos importante (adoro frases de efeito e sei muito bem que vocês estavam esperando eu explicar a foto), no dia 6 de Abril fui com o namorado no Lollapalooza. Foi o meu primeiro grande show - na verdade, festival. Chegamos durante a apresentação do Vampire Weekend, logo no primeiro palco, e apesar de não ser bem o nosso "estilo", foi bem animado. Depois, fomos ver os Pixies, que deixou um pouco a desejar. Não sei se nossas expectativas eram muito altas, o som estava desregulado (li isso em algum lugar) ou a setlist que não era a melhor possível. Mas, de qualquer forma, valeu a pena por Here Comes Your Man e Where's My Mind.

Finalmente, para fechar o festival, fomos de Arcade Fire (sim, precisamos abrir mão do New Order). E, bem, o que dizer do show deles? Foi impecável. Não tocaram minha favorita, Joan of Arc, mas teve Reflektor ao abrir, Afterlife (meu toque de despertador atual, hehe), as quatro Neighborhood, várias outras e, no encerramento, Wake Up. Aquela banda enorme no palco é linda de se ver! O casal de vocalistas canta muito e a presença de palco de Régine Chassagne é estonteante. Win Butler disse que "Todas as músicas são sobre saudade, e acharam ótimo quando descobriram em português uma palavra que definia esse sentimento". Eles também são os reponsáveis pela trilha sonora de Her, ótimo filme que assisti recentemente. Fica a indicação de ambos ;)



Acho que é isso. 
Beijos e até o próximo post!